segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Às vezes apetece-me escrever...
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Apeteces-me!
Tenho saudades do teu corpo, do teu toque, do teu cheiro... Do som da tua voz prenhe de tesão enquanto dizes obscenidades!
Ahahahah!
Quem diria que a menina certinha gosta de obscenidades?! Jamais! A imagem é uma coisa tramada!
AHAHAHAHAH!!!
Estou práqui a divagar porque não te posso ter. Porque prefiro pensar em não te ter do que no resto da minha vida.
Think happy thoughts!, she said!
Sinto-me só. Luto só. E penso em ti.
Podíamos passar, agora, àquelas metáforas fantásticas que toda a gente usa... a do barco à deriva no mar, ou do pássaro solitário enfrentando a tormenta...
Rio-me.
Para quê?, penso.
Think happy thoughts!
I'm thinking happy thoughts to find the girl I once was. I'm gonna get her back! Everybody loved that girl! She was sweet, and pure and had that innocence mixed with wickedness that drove man mad and women furious!
AHAHAHAH
I'll never get her back! Not the whole thing, no... Life changes people. There's no turning back the time. The clock keeps ticking...
Cliché!

Acabei de receber um mail.
Frase do dia:
"Mulher boa e melancia grande, ninguém as come sozinho"
LOOOOOOLL!!!
Que apropriado!
És o meu escape.
Apeteces-me!
Quero chegar e mergulhar no teu sorriso, beijar-te, despir-te, despir-me e esquecer o mundo enquanto me afogas em prazer!
Vem!
Fode-me!
Puxa-me os cabelos!
Ata-me as mãos!
Morre-me de gozo!
Oh, sim! Apeteces-me é dizer pouco. Ando louca para te ter de novo! Mas também sei ser paciente... eu espero.
Quem espera sempre alcança... Não sou dada a desesperos!
;)
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Sonhei e escrevi-te...
Sonho muitas vezes. Lembro-me dos sonhos mais vezes que o comum, acho... Podem ir de lembranças vagas de imagens difusas a filmes pormenorizados e vívidos de algo tão real que pareceu fazer parte do dia.
Sonhei contigo.
Este sonho ficou aquém do filme porque tem pormenores esbatidos mas recordo-me muito bem dele e das sensações com que fiquei.
Entrei num escritório. Era um sítio de paredes escuras com uma grande secretária de mogno no centro. Sentado numa grande cadeira estavas tu.
Sorriste-me e esses teus olhos faiscaram ao percorrer-me o corpo, como tu fazes… Quase conseguia ouvir-te pensar na forma como me despirias a saia ou em como as minhas mamas iriam encaixar perfeitamente nas tuas mãos.
Sorri-te. Sentados, cada um de seu lado da grande secretária, falámos não sei de quê, digladiando provocações, sorrisos e meias palavras. “Quero-te assim.” “Faço-te assado.” “Sacana!” “Cabra!”
Levantei-me, arrancando a blusa vermelha, e subi para a secretária. Os objectos que estavam em cima dela tinham tão pouca importância que nem me lembro deles, só do som que fizeram ao cair. De joelhos, puxei-te pelo colarinho para te beijar, sentindo a tua língua entrar na minha boca, sôfrega, louca. As tuas mãos trepavam pelas minhas pernas, quentes, fortes, suaves… Sem interromper o beijo, fizeste-me sentar na beira da secretária enquanto te abria a camisa branca. (Gosto da tua pele morena, dessa meia dúzia de pêlos perdidos no teu peito.)
Encaixado entre as minhas pernas puxaste-me para ti e deixaste-me enterrar os dedos no teu cabelo como eu gosto. Sinto-me pequena, aqui sentada nesta secretária enorme, perdida na grandeza do teu abraço, envolta na loucura do nosso desejo, incendiado pelo trilho da tua boca na minha pele. Sinto-a agora prendendo um mamilo, vejo-nos literalmente imersos um no outro, as minhas pernas enroladas na tua cintura, os meus braços no teu pescoço, a cabeça pendendo para trás, oferecendo-te o peito e o corpo, gemendo.
A saia foi-se (os sonhos têm destas imprecisões), mas porque raio não me tiraste o soutien ainda?! Tiro-o eu, e desaperto-te as calças para que as possas atirar para longe também. Espalmo ambas as mãos no teu traseiro enquanto saboreio mais um beijo teu (Já te disse como gosto dos teus beijos?). Levanto-me empurrando-te de volta à cadeira, tenho que te pedir que te sentes porque tu não obedeces assim sem mais nem porquê. É a minha vez de me aninhar entre as tuas pernas e percorrer o teu peito com os lábios e a língua, morder-te os mamilos e ouvir-te dizer como é bom, como gostas assim enquanto as tuas mãos se ocupam do meu cabelo. Desço, entrelaço os meus dedos nos teus para que não me atrapalhes (como se isto alguma vez resultasse!) e lambo-te devagar. Digo-te que quero o teu caralho molhado para mim, bem duro para eu o chupar. Queria mete-lo na boca devagar, pouco a pouco, provocando-te só mais um pouquinho antes de o chupar a sério, mas tu não me deixaste. Assim que sentiste os meus lábios fizeste um movimento de ancas para ele entrar mais e mais… Como gostas de o sentir todo lá dentro, não? Faço-te a vontade (não faço sempre?) e enterro-o na boca, chupo-o o mais que posso sem me engasgar, enrolo a língua nele e saboreio-o.
Não sei se foi muito ou pouco tempo, não sei o que mais dissemos, sei que mais objectos caíram da secretária quando nela me deitei para que te enterrasses em mim. Oh sim! Como é bom sentir-te dentro de mim até aos colhões! Todo! Ouvir o tesão na tua voz enquanto me dizes que me queres foder toda, ou me perguntas se gosto, se quero, se me venho… (Tenho uma certa dificuldade em juntar palavras de forma coerente nestas alturas… mas tu compreendes tudo o que não digo).
Gemo e grito e enlouqueço! Escorro o gozo que me dás. Sim, gosto! Sim, quero! SIM…
Merda! Acordei…
Consegues imaginar o meu estado quando acordei? Consegues imaginar o que fiz a seguir? Não pensas que conseguiria voltar a adormecer sem me vir, pois não?
segunda-feira, 30 de março de 2009
O Tempo

Há tanto que queria dizer-te, mas o tempo parece fugir-nos como a areia das nossas praias por entre os dedos...
É tão bom trocar mensagens contigo... Antes e depois de sentir o sabor do teu suor.
É tão bom ter-te, mesmo sabendo que és meu só por um instante, que sou tua apenas pelo tempo que dura um bater de asas fugaz...
Ou talvez seja por isso mesmo...
Saber que te tenho apenas por uma hora ou pouco mais, que temos que aproveitar cada minuto... torna tudo muito mais intenso.
quinta-feira, 19 de março de 2009
Amantes...
Já não se viam há uma eternidade, apesar de ter sido apenas na semana anterior… A fome que sentiam um do outro era desmesurada. Ela entrou no prédio de apartamentos, escondida por trás da sua longa cabeleira e de uns óculos escuros que lhe tapavam metade da cara. Ele já a esperava, com a porta só encostada e os braços abertos.
O sorriso resplandecente e o brilho nos olhos, o beijo de quem não pode esperar mais, quente, sôfrego, longo… Meia dúzia de palavras trocadas porque as palavras jamais conseguiriam explicar aquilo que eles dizem sem falar.
Não demoraram muito a perder a roupa no caminho para o quarto, apesar de ser difícil despi-la sem se largarem… Todos os segundos contam agora que conseguiram uns momentos a dois, e um segundo sem tocar a pele um do outro era demais! Quando chegaram ao quarto já iam quase nus. Ele não perde tempo a admirar a lingerie que ela comprou só para ele, ela já nem se lembra que a comprou, só sabe que atrapalha!
Por entre os beijos sôfregos e as mãos frenéticas ela sente o frio áspero da parede nas costas. Sabe bem o contraste... O calor suave do corpo dele... O corpo dela arqueia-se, oferece-se à boca que já lhe aprisionou um mamilo enquanto as suas mãos acariciam os ombros e nuca do amante. Evapora-se o resto da roupa na loucura do desejo e ela enlaça uma perna na cintura dele para o puxar mais para si... Consegue senti-lo... Está tão perto...
- Hummmmm...
- Queres, não queres?
- Sim...
- Queres que to meta todo?...
- Hummm... Sim!
Ele não vai, nem vem... fica só ali a provocá-la mais ainda. Entre beijos, chupadelas, mãos e abraços, ele não lhe dá o que ela tanto quer, mas também não lhe dá tempo para protestar. Ele é assim, e ela gosta disso nele. Sabe exactamente o limite entre a boa provocação e a frustração.
Esta foi a primeira vez que ele trouxe o óleo... Que senti o toque das suas mãos de outra forma... Aquela massagem que não esqueceu nenhum milimetro de pele e que me deixaria o resto do dia naquela cama, se...
Inimaginável...
Inesquecível!...
quarta-feira, 18 de março de 2009
Quando...
terça-feira, 17 de março de 2009
Estou viva!!!
Eu nem sabia o que isto era!
Queria ter tempo para pensar mas ele é forte e decidido e sabia que não me teria muito tempo assim... em cima do muro. A tentar decidir entre o juramento de fidelidade que fizera ao meu marido há tantos anos atrás e o desejo que ele me fazia sentir. Ele fez tudo o que pôde para que eu caísse para seu lado do muro, qual Humpty-Dumpty demasiado sexy para seu próprio bem. Não aceitou o meu não sei, tomou os meus lábios nos seus como se tivesse todo o direito a eles, colou o seu corpo ao meu até eu me sentir colada a cada partícula do seu físico.
Mas não por ele.
Nunca por ele.
Fui assaltada pelo vácuo de pensamentos provocado por esse gesto, pelo eclipse do mundo que isso provocou.
Fui violada pelo prazer que isso me deu, pela escolha que deixei de ter nesse momento.
Fui esmigalhada pelo regresso do resto do planeta quando os lábios dele deixaram os meus, quando a sua língua doce e áspera deixou a minha boca, quando as suas mãos já não me percorriam em gestos de posse absoluta mas antes me deixavam os movimentos livres e, ao abrir os olhos encontrei o verde e escuro lago dos dele perguntando-me...
Sim...
Um momento antes ainda havia a hipótese muito forte e muito real de lhe dizer não, mas agora só conseguiria dizer-lhe sim.
Sim, mostra-me o caminho.
Sim, sigo-te sempre.
Sim, quero mais!
O porquê foi algo que me atormentou durante os seis meses seguintes em que nunca deixámos de nos ver até que há dias percebi!...
Eu estava a sofrer uma morte lenta, a deixar-me soterrar pelos dias ininterruptos, permitindo que a letargia me domasse os sentidos, por isso digo-lhe:
Sim, faz-me sentir a vida correr nas veias, o coração bater mais forte e a adrenalina invadir-me o corpo. Sim, faz-me sentir viva outra vez!


